É permitido casar com a cunhada?

B"H

#256: 16 de Setembro- 13 de Elul de 5776

É permitido casar com a cunhada?

Shalom Friend,

Dovid Yona Dubinsky estava casado ​​há alguns meses e no caminho para ensinar em uma escola judaica. Estava dirigindo na estrada quando sentiu uma dor súbita no peito. Ele parou o carro e pediu ajuda. A ajuda chegou, mas tarde demais. Dovid Yona Z"L faleceu repentinamente, no dia 22 de Elul, onze anos atrás.

Um enigma na lei judaica, que é mencionado na parshá desta semana, chamado Yibum e Chalitza, apresentou-se. Quando uma mulher fica viúva, sem ter filhos, ela é designada (se desejar) a se casar com seu cunhado. Já que ela e seu marido eram como duas metades de um só corpo, e seu cunhado é da mesma metade do seu falecido marido, a Torá lhes diz para se casarem. Ao fazer isso, o nome do marido perpetuará neste mundo. Se ela, ou o cunhado, se recusar a casar um com o outro, neste caso, uma cerimônia chamada Chalitza é realizada. Esta libera a viúva para se casar com quem quiser.

É permitido casar com a cunhada?

Sim e não. Embora a Torá permita Yibum, nossos Sábios e a maioria dos rabinos legisladores proibem. Seu raciocínio: as pessoas estavam escolhendo fazer Yibum (casar com a esposa do falecido irmão) em vez de Chalitza (liberação) sem a intenção divina e adequada. Apenas motivados pela beleza da mulher, a facilidade em se casar, ou a grande herança que receberia. No entanto, alguns líderes sefarditas, como o filho do Rav Yosef Karo, o autor do Código de leis judaicas, sustenta que é permitido realizar Yibum. Na prática, não é realizado em Israel e em raras circunstâncias é realizado por comunidades sefarditas na diáspora.

No caso de Dovid Yona Z "L, seu único irmão nem mesmo tinha 13 anos no momento da sua morte, e a cerimônia de Chalitzá foi adiada por alguns anos. Mesmo se ele já tivesse Bar Mitzva, a viúva ainda teria que esperar 90 dias para executar Chalitzá. Este período é dado para verificar se ela está grávida ou não. Se ela estiver, se faz necessário determinar a paternidade da criança, a fim de decidir se Chalitzá é necessário ao todo.

À medida que o ano chega ao fim, começamos a refletir sobre aqueles que perdemos no ano passado, e o que podemos fazer para perpetuar suas memórias. Yibum no sentido espiritual pode significar trazer algo novo a este mundo, através do casamento, que é algo divino. Quando fazemos uma mitzva em memória daqueles que perdemos, então eles estarão sempre presentes.

Shabat Shalom!

Rabino Arieh Raichman

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Vida Judaica

Nesta época do ano, começamos a tocar o shofar a cada manhã a fim de nos despertar para a chegada de Rosh Hashaná, Yom Kipur e Sucot.

O shofar é um chamado à teshuvá (arrependimento). Elul é um mês particularmente propício para a renovação e reconsagração. Devemos fazer um inventário moral, pois os dias da prestação de contas estão chegando. A vida não é um "salve-se quem puder". Existem estatutos pelos quais devemos viver, e o D’us de Yaacov senta-Se em julgamento.

A teshuvá requer esforço. Um exame de consciência não é algo agradável, e mudar aqueles hábitos que descobrimos serem questionáveis exige constância e diligência.

"Toque o shofar… que leva à nossa festa." Os dias de reverência são seguidos por Sucot, a festa da alegria. Todo o esforço despendido no auto-exame e feito para nos livrarmos de nossas falhas de caráter serão recompensados pela conquista da verdadeira alegria.

Fonte: chabad.org.br

Horário de acendimento das velas para
Manaus, Brasil:
Sexta-feira 16 de
17:37
 
 
 
 
 
 

Setembro

Término do Shabat:
Shabat, 17 de
18:27
 
 
 
 
 
 

Setembro

Santarem: 18:15

Porto Velho: 17:51

S. Paulo: 17:40

Rio de Janeiro: 17:27

Porção da Torá: Ki Tetsê
Programa Semanal

Sexta-feira -16 de Setembro- Kabalat Shabat 19h

Shabat - 17 de Setembro-- Shacharit 9:30

Segunda feira - 19 de Setembro -Shacharit 6:45h

Quarta- feira - 21 de Setembro -Chala Bake 19h

Perguntas e Respostas

Hoje ou amanhã?

Existem muitas coisas com valor, mas com freqüência este valor está limitado ao seu tempo e lugar. O valor da Torá não tem limites.

O Maguid de Dubno contava uma parábola sobre três irmãos que tinham habilidades diferentes. Um inventou um telescópio, o segundo um veículo veloz, e o terceiro aprendeu os segredos das ervas curativas.

Certa vez estavam reunidos, e o primeiro irmão perscrutava a distância com seu telescópio. Avistou num palácio longínqüo uma princesa que estava em coma e a qual ninguém conseguia acordar. O segundo irmão levou o herbalista no seu veículo rápido e logo chegaram ao palácio, onde uma mistura de ervas reanimou a princesa.

O primeiro irmão alegou que deveria receber a maior parte da recompensa. "Se não fosse pelo meu telescópio, vocês não teriam sabido da situação da princesa." Disse o segundo: "Sem o meu veículo, jamais teríamos chegado lá a tempo." O terceiro declarou: "Vocês estão certos. Porém suas invenções ajudaram a princesa no passado. Ela não precisa mais do telescópio ou do veículo. Minhas ervas curativas podem ajudá-la sempre que adoecer. Elas têm valor para o futuro."


Muitas coisas que possuímos são de valor transitório. A Torá tem valor para o futuro.

Fonte: chabad.org.br

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2-4 de Outubro-

Rosh Hashana

Leilui Nishmat Dovid Yona Hakohen Z"L ben R' Mendel

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